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A necessidade da renovação para o futuro do Brasil

Adriana Dornelles

Geralmente os governos populistas não tem nenhuma preocupação fiscal, o único interesse deles é se reeleger permanentemente, tomando medidas simpáticas para a população, como bolsas família, subsídios da luz/água, etc, o que vem ocorrendo nos últimos anos.

 

Estas medidas efetivamente trazem em curto prazo um ganho importante para a população carente, mas em longo prazo tem duas consequências:

 

1. Inflação, se o governo emite moeda para pagar o déficit fiscal, corroendo a renda da sociedade e levando a recessão, como ocorreu na década de 90, a exemplo do Plano Collor.

 

2. Aumento das taxas de juros que encarece o consumo e também leva à recessão, esta opção é a que tem acontecido no Brasil recentemente.

 

O mercado sempre reage quando percebe que um populista vai ganhar o poder e se antecipa vendendo, sejam ações ou imóveis, gerando oferta excessiva que, por sua vez, derruba os preços e traz perdas patrimoniais terríveis para a sociedade.

 

O brasileiro, nas eleições de 2018, tem a grande responsabilidade da escolha dos novos dirigentes do País, o prazo para a escolha certa é muito curto, menos de 60 dias!

 

Diante deste cenário tão complexo, o Brasil necessita de um novo jeito de fazer política, onde os candidatos tenham capacitações técnicas para recolocar nossa Nação nos trilhos do crescimento com ética e eficiência e isto somente será possível através do voto consciente dos eleitores, a quem caberá pesquisar o histórico do candidato e sua vida pregressa, suas realizações como político e o que tem contribuído para a sociedade.

 

Não restam dúvidas, caro leitor, que a conclusão é óbvia: A renovação política é necessária para que o Brasil retome o eixo do crescimento.

 

Por Adriana Dornelles

Adriana Dornelles é advogada, de Mafra, pré-candidata a deputada federal pelo partido Novo, foi à primeira mulher Presidente de Subseção de OAB no Planalto Norte Catarinense e a mais jovem do país. Foi Membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SC. Ex-delegada da CAASC e também ex-presidente da ACIRN.

 

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