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Advocacia e cidadania, uma missão!

Cabe ao advogado garantir o acesso à justiça e prezar pela defesa da ordem jurídica do Estado Democrático, pelos direitos humanos e a boa aplicação das leis.

3 de novembro de 2022 · 10:40 · Atualizada em 3 de novembro de 2022 · 10:40 · 2 min de leitura

Foto: Divulgação

O exercício da cidadania é constantemente lapidado com o trabalho da advocacia. Afinal, o acesso à justiça não é apenas dependente da função deste profissional, como também é garantido por ele.

Como defensor natural do cidadão, o advogado deve primeiro cumprir e fazer valer os seus direitos e obrigações, com base no juramento que fez quando se tornou advogado, com destaque para “a defesa da ordem jurídica do Estado Democrático, os direitos humanos, a justiça social e a boa aplicação das leis”.

Não se trata de profissão mais ou menos desgastante se comparada a qualquer outra, mas sim “peculiar”. A operação diária do advogado requer um profissional que estude de forma disciplinada toda a legislação de seu campo de atuação e ainda esteja atento aos mecanismos do Poder Judiciário.

Enfim, a realidade deste profissional também retrata um cenário de administração, seja individual ou de um escritório, somando a parte econômica, pessoal, de prazos, captação e manutenção de seus clientes.

O desgaste é temido, mas não pode ser advento para tornar a função do advogado um fardo, mas sim uma valoração, fortalecimento e desenvolvimento para este profissional perante todos.

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Não, nenhum advogado deve envelhecer, adoecer ou desistir da profissão por qualquer aspecto desgastante dela, mas sim, fortalecer-se com todo exercício que “desgasta o corpo”: tempo e dedicação do profissional na teoria e prática que agregam os 5 anos de faculdade, especializações, cursos, formações, atualizações, estudos de casos e experiências.

Mas qual a razão de expressarmos essa rotina sobre nossa “profissão e missão”? A eloquência dessa realidade é a de apresentar que a valoração da classe, do profissional, da OAB vai além do mero fortalecimento de uma escolha de “ser advogado”, é também consolidar a cidadania, a democracia e a edificação de uma sociedade protegida em cada pessoa que a constitui de forma única.

Podemos afirmar que, ao escolher ser advogado, escolhemos esse esforço e escolhemos a manutenção da segurança jurídica de todos os cidadãos.

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