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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Justiça condena oito integrantes de organização criminosa em Mafra com penas que somam 75 anos

Condenações são resultado da Operação Asfixia, deflagrada pela Polícia Civil em dezembro de 2024, com cerca de 100 policiais e 40 viaturas.

29 de outubro de 2026 · 19:06 · Atualizada em 29 de outubro de 2026 · 19:07 · 1 min de leitura

Fotos: Polícia Civil/Arquivo

 

A Justiça de Santa Catarina condenou oito réus por organização criminosa e tráfico de drogas em um processo decorrente da Operação Asfixia, conduzida pela Delegacia de Investigações Criminais (DIC) de Mafra.

 

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Segundo a Polícia Civil, as penas somam 75 anos de prisão, com cumprimento em regimes fechado e semiaberto.

 

De acordo com a corporação, as investigações identificaram a atuação de uma organização criminosa armada. A sentença acolheu os pedidos do Ministério Público e definiu as penas conforme a participação individual dos envolvidos.

 

 

Quatro réus foram condenados em regime fechado. O apontado como integrante de maior relevância na organização recebeu 14 anos de prisão. Outro foi condenado a 13 anos, enquanto dois receberam penas de 11 anos cada.

 

Os outros quatro réus foram condenados a seis anos de reclusão cada, em regime semiaberto.

 

Para o delegado Eduardo Borges, titular da DIC de Mafra, a sentença consolida o trabalho de investigação da Polícia Civil no combate ao crime organizado na comarca.

 

 

Operação mobilizou cerca de 100 policiais

A Operação Asfixia foi deflagrada em 11 de dezembro de 2024, em uma ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal. Cerca de 100 policiais e 40 viaturas participaram dos trabalhos, com apoio de equipes de Porto União, Canoinhas e Rio Negrinho.

 

Na ocasião, foram cumpridos 34 mandados de busca, apreensão e prisão. Cinco pessoas foram presas, e os policiais apreenderam drogas, celulares, 220 maços e 23 carteiras de cigarros contrabandeados, além de outros materiais relacionados à investigação.

 

À época da operação, o delegado Eduardo Borges, informou que as medidas judiciais também incluíam o bloqueio de contas bancárias de envolvidos na organização criminosa.

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