Olá leitor do Riomafra Mix. VOCÊ ENTENDEU BEM O TÍTULO?
Não é mudar o corpo, mas sim o que muda no corpo com a mudança de hábitos.
Quando queremos ou nos damos conta sem querer que precisamos mudar algo urgente em nossa vida, nosso corpo entra em um estado de estresse agudo.
O cérebro humano apresenta um pacote de reações padronizadas em momentos assim.
Nosso sangue é redirecionado, sensações desnecessárias são omitidas da consciência e começa uma luta contra o relógio pela sobrevivência. Segundo estudos de neurologistas, temos quatro mudanças fisiológicas que ocorrem em nosso sistema nessa situação.
Antes mesmo de nos darmos conta adequadamente do problema, ocorre uma descarga cerebral imediata, na qual o cérebro entende como padrões de risco de vida. Logo corre um aumento da liberação de adrenalina na corrente sanguínea que leva a alterações orgânicas bastante características: pele pálida, olhos arregalados, pupila dilatada, taquicardia, aumento da pressão arterial.
Depois o sangue já corre para os músculos e vai ao cérebro (sai da pele e dos intestinos). Tudo tem razão de ser: perde-se a percepção visual de detalhes e passamos a enxergar melhor o todo. O sangue circula mais rápido e dá conta de nutrir toda a musculatura necessária para escapar da situação com vida. Mesmo não sendo esse o caso, seu sistema estará todo em alerta para qualquer situação.
Nessa hora podemos até quebrar um osso do corpo que não sentimos, pois ocorre mudanças nas entradas cerebrais e sentimos menos sensações, como a dor. Tudo para, desde sede ou fome, ou até vontade de ir ao banheiro, e só voltarão as sensações depois que baixar a adrenalina.
É comum as pessoas de fora da cena questionarem: por que não se fez isso ou aquilo? Agora, o substrato neurológico do momento nubla e perverte gravemente as vias do pensamento lógico. Qual seria a vantagem disso então? Certamente a velocidade de reação. Titubear, ficar indeciso ou mesmo paralisado consegue ser pior que correr o risco de tomar uma decisão equivocada.
A razão exige duas coisas que não temos em momentos de tensão agudos e inesperados: informações e tempo. O cérebro toma decisões mais emocionais, intuitivas e primitivas. A falta de ciência dos fatos e o temor antecipatório do sofrimento levam a atitudes que a pessoa nunca cometeria em situações ideais.
Quando sentimos esse estresse e essa necessidade urgente de mudança, nós ficamos mais fortes, mais rápidos, mais firmes, decididos e muito mais corajosos. O foco extremo é ficar vivo e mudar. Para o cérebro, o bem maior é a existência do indivíduo e como você fará para sobreviver. Com isso, o corpo cria estímulos até conseguir se reorganizar para a mudança definitiva.
Então caro leitor, se você já teve ou tem essas sensações, não se apavore, você está em processo de mudança.
Preencha todos os campos obrigatórios.
No momento não conseguimos enviar seu e-mail, você pode mandar mensagem diretamente para [email protected].
Preencha todos os campos obrigatórios.
Contato enviado com sucesso, em breve retornamos.
Comentário enviado com sucesso, vamos analisar sua mensagem e em breve será exibida.
Você será redirecionado em alguns segundos!
Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.
Li e aceito os termos.