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População deve estar atenta ao uso consciente da água durante o isolamento

31 de março de 2020 · 17:48 · Atualizada em 31 de março de 2020 · 17:48 · 2 min de leitura

O período de isolamento social trouxe como reflexo imediato o aumento do consumo de água nas residências. De acordo com informações da Sanepar e da Casan, em Riomafra, os dias mais quentes e o período de quarentena tem sido responsáveis por 30% de aumento do consumo.


Essa ampliação do uso da água torna-se preocupante, sobretudo do lado catarinense, que há quase 30 dias vem noticiando os reflexos da estiagem no abastecimento do Estado. Dentre as cidades em que a situação tornou-se mais preocupante, está Chapecó na região Oeste, onde o principal manancial, o Lajeado São José, está com vazão reduzida em 30%. As cidades de Agronômica, Imbuia, Itaiópolis, Rio do Oeste, Salete, Taió, Trombudo Central e Vidal Ramos também estão com captação de água reduzida.

Estiagem também preocupa na região serrana de Santa Catarina


O chefe da Casan em Mafra, Honório Fragoso, explica que apesar do longo período sem chuvas que também baixou o nível do Rio Negro, em Mafra o sistema ainda opera normalmente. “Isto se deve aos investimentos em melhorias feitos nos últimos anos e também a contribuição do corpo hídrico de abastecimento, pois apesar do período de estiagem, o nível ainda mantém segurança de operação do sistema”, explica.


No entanto, a captação de água bruta por segundo já reduziu devido ao nível do rio, o que serve como alerta para que os riomafrenses façam sua parte na economia de água. Em Rio Negro, segundo informações da Sanepar, as obras recentemente realizadas no sistema de abastecimento vêm garantindo que a água chegue às casas riomafrenses sem mais problemas no período de estiagem.

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Diante da situação de contaminação pelo coronavírus, mais do que nunca a higienização pessoal e dos locais onde moramos deve ser mantida, respeitando as práticas determinadas, como a lavagem das mãos e itens de uso pessoal, por exemplo. “No entanto outras atividades devem ficar restritas, como a lavagem de carros e calçadas, não aguar plantas, não tomar banhos demorados. Outro hábito que pode ser adotado é o de acumular roupas a fim de utilizar a máquina com sua capacidade máxima”, exemplifica Honório.

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