Foto: Divulgação
Após a possibilidade de implantação do regime semiaberto na cadeia pública de Rio Negro gerar preocupação durante a sessão da Câmara de Vereadores de terça-feira (16), a Polícia Penal do Paraná se pronunciou oficialmente sobre o tema.
O Riomafra Mix obteve com exclusividade uma manifestação da Polícia Penal do Paraná, que nega qualquer projeto ou planejamento para transformar a unidade em um estabelecimento destinado ao regime semiaberto.
Segundo a Polícia Penal também não existe previsão de ampliação de vagas por meio da instalação de novos módulos, células modulares ou outras estruturas na unidade prisional.
Por outro lado, o órgão confirmou que estão em estudo canteiros de trabalho voltados às pessoas privadas de liberdade já custodiadas em Rio Negro, iniciativa que busca ampliar as oportunidades de trabalho e ressocialização dos presos.
O assunto veio à tona após o presidente do Conselho da Comunidade, Gari Vinício Kiatkoski, utilizar a Tribuna Livre da Câmara para relatar a preocupação da entidade com uma eventual mudança no perfil da unidade prisional.
De acordo com a resposta encaminhada à reportagem, a iniciativa é direcionada às 54 pessoas privadas de liberdade em regime fechado atualmente abrigadas na unidade.
A informação reforça uma das propostas defendidas pelo Conselho da Comunidade durante a sessão da Câmara. Na ocasião, a entidade apresentou a ideia de implantação de um barracão industrial dentro do complexo prisional, permitindo parcerias com empresas e a utilização da mão de obra prisional.
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