Buscando por?

Procure por títulos, chamadas e conteúdo das matérias.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Voltar Outras

Vítimas de violência doméstica poderão fazer denúncia em farmácias

Em Mafra, a Farmácia Santa Catarina - AC Farma e a Ultra Popular já aderiram à campanha.

16 de junho de 2020 · 11:55 · Atualizada em 16 de junho de 2020 · 11:55 · 2 min de leitura

Uma campanha promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) vai incentivar vítimas de violência doméstica a denunciarem agressões nas farmácias.

 

A campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica iniciou na última semana e é voltada para mulheres que têm dificuldade para prestar queixa de abusos, seja por vergonha ou por medo.

 

Dessa forma, a mulher agredida pode se dirigir até uma farmácia ou drogaria e mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico entenda tratar-se de uma denúncia e em seguida acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima.

Continua depois da publicidade

 

“A vítima, muitas vezes, não consegue denunciar as agressões porque está sob constante vigilância. Por isso, é preciso agir com urgência”, disse a presidente da AMB, Renata Gil, de acordo com o material da campanha.

 

Para saber se a farmácia participa do programa, a vítima deve procurar pelo selo da campanha fixado nas instalações.

 

Em Mafra, a Farmácia Santa Catarina - AC Farma e a Ultra Popular já aderiram à campanha. Os atendentes seguirão uma cartilha preestabelecida para lidar com a situação e não necessariamente serão chamados a testemunhar nos casos.

 

Se houver flagrante, a PM encaminhará a vítima e o agressor para a delegacia. Se não houver, o caso será repassado à delegacia para os encaminhamentos necessários – boletim de ocorrência e pedido de medida protetiva.

 

Entre março e abril deste ano, já em meio à pandemia, os casos de feminicídio cresceram 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um levantamento feito em 12 estados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

 

No mesmo levantamento, o FBSP apontou queda na abertura de boletins de ocorrência ligados à violência doméstica. Para a entidade, os dados do levantamento demonstram que, ao mesmo tempo em que estão mais vulneráveis durante a crise sanitária, as mulheres têm tido mais dificuldade para formalizar queixa contra os agressores.

 

 

Com informações da Agência Brasil.

0 Comentários

Fazer login

Os comentários são de responsabilidade de seus autores. Ao comentar, o usuário declara estar de acordo com nossa Política de Privacidade e Termos de Uso. Faça login para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar

Faça login para participar da discussão sobre essa matéria.

Fazer login para comentar
Siga o Riomafra Mix no Google e fique por dentro das principais notícias de Mafra, Rio Negro e região.
Top

Preencha todos os campos obrigatórios.

No momento não conseguimos enviar seu e-mail, você pode mandar mensagem diretamente para [email protected].

Preencha todos os campos obrigatórios.

Contato enviado com sucesso, em breve retornamos.

Comentário enviado com sucesso, vamos analisar sua mensagem e em breve será exibida.

Você será redirecionado em alguns segundos!

Sua privacidade

Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Li e aceito os termos de uso.