Douglas Dias

O empresário, jornalista e teólogo traz uma palavra de fé, motivação, trabalho e esperança.

Quem são as pessoas que podem contar com você?

O mundo precisa de pessoas que pelo menos ouça o outro. Não são poucas as pessoas que estão perdidas, sem rumo, vazias, buscando algo que preencha sua existência.

Foto/Crédito: Freepik

 

 

Quantas pessoas podem ter você como referência, um guia, um porto seguro? Eu sei, na correria do dia a dia, é mais fácil e até mais seguro pensar que cada um deve resolver seus próprios problemas, não é mesmo? As pessoas incomodam, trazem problemas, nos frustram e até falam mal de nós pelas costas, mesmo aquelas que ajudamos um dia.

 

Por outro lado, precisamos entender que ajudar uma pessoa não é apenas fazer o que ela quer. Não podemos oferecer qualquer tipo de ajuda só porque queremos ser bons cristãos ou pais exemplares. Em muitas situações, dizer “não” também é um ato de amor. Em minha caminhada, percebi que, em diferentes ocasiões, as pessoas não precisam de um presente ou de ajuda financeira; às vezes, elas precisam de alguém que possa ouvi-las e amá-las sem esperar nada em troca.

 

Quando lemos os Evangelhos, temos referências poderosas que nos ensinam a acolher, como, por exemplo, a parábola do Bom Samaritano (Lucas 10:25-37). Ali, o personagem principal sequer conhecia a pessoa necessitada, mas entendeu como poderia ser útil naquela situação.

 

O mundo precisa de pessoas que pelo menos ouça o outro. Não são poucas as pessoas que estão perdidas, sem rumo, vazias, buscando algo que preencha sua existência. Afinal, o ser humano vive para amar e ser amado. Mas parece que vivemos num mundo de indiferenças e até parece que estamos nos desumanizando, um querendo engolir o outro.

 

O que a gente nem se dá conta é que, quando ajudamos os outros, na verdade estamos nos ajudando mais a nós mesmos do que qualquer outra coisa. Provérbios 11:24-26 (NVI) diz: “Há quem dê generosamente e vê aumentar as suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio também receberá”.

 

John Stott, famoso teólogo e pastor anglicano, certa vez disse: “A hospitalidade é o amor em ação. Não se trata apenas de abrir a nossa casa, mas também de abrir o nosso coração.”

 

Acolher o outro é acolher a Deus em pessoa (Mateus 25:40). Acolher é curar e ser curado. Acolher é o gesto de amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos.

 

Pense nisso!

 

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