Caso Caio Alexandre: Polícia Civil conclui investigação sobre a morte do motoboy de Rio Negro

A morte do rapaz de 27 anos foi motivada pelo uso de cocaína, após uma festa clandestina em Campo do Tenente.

Foto: Redes sociais/Divulgação

 

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A Polícia Civil de Rio Negro concluiu a investigação sobre a morte do motoboy e DJ rionegrense Caio Alexandre Ferreira, de 27 anos.

 

O corpo do jovem foi encontrado em 02 de agosto, dois dias após ter desaparecido ao ir a uma festa em Campo do Tenente.

 

Ele foi achado por um morador, em uma plantação na localidade de Santana, em uma região afastada da área urbana, sem iluminação pública e câmeras de segurança.

 

Para desvendar o crime, a Polícia Civil iniciou pela reconstituição dos últimos passos da vítima e de seus hábitos.

 

No dia 31 de julho, Caio encontrou em Mafra dois conhecidos, de 20 e 23 anos, que o convidaram para uma festa clandestina em Campo do Tenente. Os três foram com o veículo de um dos investigados, um VW/Gol, da cor vermelha.

 

Segundo a investigação da Polícia Civil, durante a festa, Caio teria consumido cocaína, além de comercializar a droga.

 

A festa foi encerrada pela Polícia Militar e a vítima convidou seus amigos para irem até a localidade de Santana, onde o trio consumiu mais cocaína.

 

Foto: Polícia Civil/Divulgação

 

Ainda, segundo apurou a Polícia Civil, em determinado momento, a vítima perdeu o controle dos seus atos e atacou os companheiros com um machadinho que portava. Após golpear um dos colegas, Caio foi imobilizado com um “mata-leão” e recebeu chutes na cabeça e no rosto, indo à óbito.

 

Instantes após o homicídio, os autores foram até a sede da Polícia Militar de Campo do Tenente para pedir ajuda. Um deles apresentava cortes na rosto e na cabeça, ocasionados pelos golpes efetuados por Caio.

 

Os suspeitos deixaram o machado em frente a Polícia Militar e foram até o hospital.

 

Encerrado o inquérito, a Polícia Civil identificou os dois autores do homicídio, que foram indiciados.

 

O inquérito foi relatado e encaminhado ao Ministério Público do Paraná, titular da Ação Penal.

 

Com informações da Polícia Civil do Paraná.